Seis óbitos e 40 casos confirmados de H1N1 em Sergipe

A vacina é o método de prevenção mais eficaz

Em Sergipe no ano passado, seis pacientes morreram e outras 40 pessoas contraíram o vírus H1N1, um subtipo da gripe conhecido como influenzavírus. Os dados foram confirmados pela assessoria de imprensa da Secretaria de Estado da Saúde (SES). Mas há outros casos sendo investigados que ainda dependem do resultado dos exames específicos que estão sendo realizados nos pacientes.

Uma das pacientes que apareceu mais recentemente com suspeita da doença em Nossa Senhora do Socorro está internada em um hospital privado, mas está sendo acompanhada pela equipe técnica do Hospital Regional de Socorro, segundo a assessoria de imprensa.

O método mais eficaz para evitar a doença é a vacina, segundo informações da diretora de Vigilância em Saúde da Secretaria de Estado da Saúde (SES), Mércia Feitoza. A campanha de vacinação é realizada anualmente, geralmente nos meses próximos ao período de baixas temperaturas, conforme a diretora. Provavelmente, neste ano a campanha de vacinação ocorrerá no mês de abril, mas a data será ainda definida pelo Ministério da Saúde.

O quantitativo da vacina a ser disponibilizada para os sergipanos também depende do calendário e das metas do Ministério da Saúde, mas o público-alvo, conforme Mércia Feitoza, está direcionado a crianças, idosos, gestantes e pessoas com baixa imunidade. “Ficarão de fora, os adultos saudáveis”, enaltece a diretora da SES. O quantitativo de pessoas que deve ser vacinada varia a cada campanha de vacinação.

A gripe H1N1 é transmitida por vírus respiratórios entre humanos, conforme explica Mércia Feitoza. Conforme a diretora da SES, além da vacina, as pessoas devem ter cuidados básicos com aspectos relacionados à higiene, usar lenços descartáveis e sempre lavar as mãos, em caso de expectoração, e evitar aglomerações nos períodos mais frios, principalmente crianças e idosos que são mais vulneráveis ao vírus.

Cassia Santana.

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